encontra aqui um pouco de tudo...desde a a gastronomia medieval á revolução russa...
publicado por ana | Domingo, 31 Maio , 2009, 14:16

Visita Virtual às Ruínas


Faça uma visita virtual às Ruinas, através de panorâmicas. Estas
panorâmicas estão ligadas entre si, podendo efectuar esta visita
de uma só vez.
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necessidades especias.

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publicado por ana | Domingo, 31 Maio , 2009, 14:15



Contexto político anterior à Batalha de Aljubarrota

Com a morte do rei D. Fernando em 1383, o Tratado de Salvaterra de Magos, celebrado em Abril desse ano entre a rainha D. Leonor Teles, o Conde João Andeiro e o Rei de Castela, estabelece que a Coroa de Portugal passaria a pertencer aos descendentes do Rei de Castela, D. Juan I, passando a capital do Reino para Toledo. O Reino de Castela iria inevitavelmente dominar Portugal. A situação que se cria provoca mal estar e não agrada á maioria da população portuguesa.

Analisando a crise política de 1383 a 1385, é possível referir que na sua origem esteve, em primeiro lugar, o descontentamento popular existente, resultante não só da degradação das condições de vida da generalidade da população, mas também pela perspectiva do Reino de Portugal vir a perder a sua independência.


Este desejo de alterações foi então facilitado pelo facto de D. Leonor Teles e os seus aliados defenderem uma solução política para Portugal, não só discutível legalmente, como claramente do desagrado da grande maioria da população portuguesa.


Em face desta circunstância, a população de Lisboa proclama D. João, Mestre de Avis, meio irmão de D. Fernando, como "regedor, governador e defensor do reino". Perante a revolta da população portuguesa em vários pontos e cidades do Reino, o Rei de Castela, em 1384, entra em Portugal. Entre Fevereiro e Outubro monta um cerco a Lisboa, por terra e por mar, com o apoio da frota castelhana. O cerco não resulta, não só pela determinação das forças portuguesas, mas também por Lisboa estar bem murada e defendida.

Afastados momentaneamente os combates com Castela, o partido do Mestre avançou, então, para a batalha política. Reúnem-se assim em Março e Abril de 1385 as Cortes de Coimbra, que proclamam o Mestre de Avis como Rei de Portugal.

Perante esta situação em 8 de Julho de 1385 D. Juan I, invade novamente Portugal, por Almeida, com um numeroso exército de 40.000 homens, seguindo depois por Trancoso, Celorico da Beira, Coimbra, Soure e Leiria. A esquadra castelhana havia entretanto cercado Lisboa por mar, desde Abril desse ano. O exército português, comandado por Nuno Álvares Pereira, tinha-se colocado em posição de combate. A Batalha tinha-se tornado praticamente inevitável.


O desenrolar da Batalha

No dia 14 de Agosto, logo pela manhã, o exército de D. João I ocupa uma posição fortíssima no terreno, escolhido na véspera por Nuno Álvares Pereira. No final da manhã chegam os castelhanos, que circulam pela estrada romana.

Evitam o choque com os portugueses, uma vez que isso implicaria a subida de um terreno em condições extremamente desfavoráveis. Preferem tornear a forte posição portuguesa pelo lado do mar, até estacionarem na ampla esplanada de Chão da Feira. O exército português constituído por aproximadamente 7.000 homens de armas, move-se então uns dois quilómetros para Sul e inverte a sua posição de batalha para ficar de frente para o inimigo.

Passava das 18 horas quando se deu o assalto castelhano à posição portuguesa. Uma vez iniciada a batalha, é então possível referir os cinco principais momentos do combate:

- a impetuosa vanguarda do rei de Castela (na sua maior parte constituída por tropas auxiliares francesas, como claramente assegura Froissart) inicia o ataque provavelmente a cavalo, sendo rechaçada nas obras de fortificação antecipadamente preparadas pela hoste de D. João I, obras essas que constituíram uma surpresa absoluta para os seus arrogantes adversários. Para prosseguir o combate, os franceses são obrigados a desmontar (aqueles que o conseguem fazer) na frente do inimigo e, por isso, em posição absolutamente crítica.

- ao saber do desbarato da sua linha da frente, D. Juan I decide mandar avançar o resto do exército então presente no Chão da Feira, maioritariamente também a cavalo. Ao aproximarem-se da posição portuguesa, apercebem-se de que - contrariamente ao que supunham - o combate está a ser travado a pé (ou tem de ser travado a pé, dadas as características do sistema de entrincheiramento defensivo gizado pela hoste portuguesa). Por isso, os cavaleiros castelhanos desmontam cedo e percorrem a pé o que lhes falta (escassas centenas de metros) até alcançarem os adversários. Ao mesmo tempo, cortam as suas compridas lanças, para melhor se movimentarem no corpo-a-corpo que se avizinha;

- entretanto, os homens de armas de D. Juan I vão sendo crivados de flechas e de virotões lançados respectivamente pelos arqueiros ingleses e pela “ala dos namorados” portuguesa, o que, juntamente com o progressivo estreitamento da frente de batalha (devido aos abatises, às covas de lobo e aos fossos) os entorpece, embaraça e torna "ficadiços" (de acordo com Fernão Lopes) e os aglutina de maneira informe na parte central do planalto; tais foram, porventura, os minutos mais decisivos da jornada;

- quanto às alas castelhanas, essas permanecem montadas, destinadas que estavam - como era tradicional na época - a ensaiar um envolvimento montado da posição portuguesa, coisa que, devido à estreiteza do planalto, apenas a ala direita (chefiada pelo Mestre de Alcántara ) terá conseguido, e mesmo assim numa fase já tardia da refrega;

- o pânico apodera-se do exército castelhano, quando dentro do quadrado português, a bandeira do monarca castelhano é derrubada. Os castelhanos precipitam-se então numa fuga desorganizada. Segue-se uma curta, mas devastadora perseguição portuguesa, interrompida pelo cair da noite. D. Juan de Castela põe-se em fuga, em cima de um cavalo, juntamente com algumas centenas de cavaleiros castelhanos. Percorre nessa noite perto de meia centena de quilómetros, até alcançar Santarém, exausto e desesperado. Até à manhã do dia seguinte, milhares de castelhanos em fuga são chacinados por populares nas imediações do campo de batalha e nas aldeias vizinhas.

O restante das forças franco-castelhanas saem de Portugal, parte passando por Santarém e depois por Badajóz e a outra parte, através da Beira, por onde tinham entrado.

No campo de batalha, as baixas portuguesas foram cerca de 1.000 mortos, enquanto no exército castelhano se situaram em aproximadamente 4.000 mortos e 5.000 prisioneiros. Fora do campo da batalha, terão sido mortos nos dias seguintes pela população portuguesa, cerca de 5.000 homens de armas, em fuga, do exército castelhano. Devido ao significado político da Batalha e aos seus numerosos nobres e homens de armas que aí morreram, Castela permaneceu em luto por um período de dois anos.


Consequências da Batalha de Aljubarrota

Para a Europa, a Batalha de Aljubarrota constituiu uma das batalhas mais importantes ocorridas em toda a época medieval.

Para Portugal, esta batalha, ocorrida no planalto de S. Jorge no dia 14 de Agosto de 1385, constituiu um dos acontecimentos mais decisivos da sua História.

Sem ela, o pequeno reino português teria, muito provavelmente, sido absorvido para sempre pelo seu poderoso vizinho castelhano.

Sem o seu contributo, o orgulho que temos numa história largamente centenária, configurando o estado português como uma das mais vetustas e homogéneas criações políticas do espaço europeu, não seria hoje possível.

A vitória portuguesa em Aljubarrota permitiu também a preparação daquela que seria a época mais brilhante da história nacional - a época dos Descobrimentos - que, de outra forma, pura e simplesmente não teria ocorrido.

A Batalha de Aljubarrota proporcionou definitivamente a consolidação da identidade nacional, que até então se encontrava apenas em formação, e permitiu ás gerações futuras portuguesas a possibilidade de se afirmarem como nação livre e independente.


Documentos
 

daqui

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publicado por ana | Domingo, 31 Maio , 2009, 14:11

Reis da primeira Dinastia Afonsina ou de Borgonha

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publicado por ana | Domingo, 31 Maio , 2009, 14:10

 

Reis da segunda dinastia _ Avis
 

D. João I "O de Boa Memória" 1385 - 1433
D. Duarte I "O Eloquente" 1433 - 1438
D. Afonso V "O Africano" 1438 - 1481
D. João II "O Príncipe Perfeito" 1481 - 1495
D. Manuel I "O Venturoso" 1495 - 1521
D. João III "O Piedoso" 1521 - 1557
D. Sebastião I "O Desejado" 1557 - 1578
D. Henrique I "O Casto" 1578 - 1580
D. António I "O Determinado" 1580 - 1580

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publicado por ana | Domingo, 31 Maio , 2009, 14:09

General Ramalho Eanes (1976 a 1986)
 

 
 
 
 

 

 
  

 

 

 
 

 

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publicado por ana | Domingo, 31 Maio , 2009, 14:08

 

Reis de Portugal e o local onde estão sepultados actualmente:

Dinastia de Borgonha:
- D. Afonso Henriques - Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra
- D. Sancho I - Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra
- D. Afonso II - Mosteiro de Alcobaça
- D- Sancho II - Toledo?
- D. Afonso III - Mosteiro de Alcobaça
- D. Dinis I - Mosteiro de Odivelas
- D. Afonso IV - Sé Catedral de Lisboa
- D. Pedro I - Mosteiro de Alcobaça
- D. Fernando I - Convento do Carmo em Lisboa, inicialmente o tumulo estava em Santarem.

Dinastia de Avis:
- D. João I - Mosteiro da Batalha
- D. Duarte I - Mosteiro da Batalha
- D. Afonso V - Mosteiro da Batalha
- D. João II - Mosteiro da Batalha
- D. Manuel I - Mosteiro dos Jeronimos
- D. João III - Mosteiro dos Jeronimos
- D. Sebastião I - Mosteiro dos Jeronimos?

Dinastia Filipina
(de Habsburgo):
- D. Filipe I - Espanha
- D. Filipe II - Espanha
- D. Filipe III – Espanha


 

Dinastia de Bragança:
- D. João IV - Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa
- D. Afonso VI - Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa
- D. Pedro II - Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa
- D. João V - Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa
- D. José I - Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa
- D. Maria I - Basilica da Estrela em Lisboa
- D. Pedro III - Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa
- D. Pedro IV, Pedro I do Brasil, esteve no Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa até a transladação dos seus restos mortais para o monumento do Ipiranga no Brasil, o coração dele esta na igreja da Lapa no Porto.
- D. Maria II - Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa
- D. Fernando II - Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa
- D. Pedro V - Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa
- D. Luis I - Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa
- D. Carlos I - Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa
- D. Manuel II ultimo Rei Portugues - Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa

publicado por ana | Domingo, 31 Maio , 2009, 14:07

 

Bandeira da União Europeia
 
 

Bandeira da EuropaEsta é a bandeira da Europa, símbolo não só da União Europeia, mas também da unidade e da identidade da Europa em sentido mais lato. O círculo de estrelas douradas representa a solidariedade e a harmonia entre os povos da Europa.
O número de estrelas não tem nada a ver com o número de Estados-Membros. As estrelas são doze porque tradicionalmente este número constitui um símbolo de perfeição, plenitude e unidade. Assim, a bandeira mantém-se inalterada, independentemente dos alargamentos da UE.
 
                      

 

 

 
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publicado por ana | Domingo, 31 Maio , 2009, 14:06

Dom Sancho I (1185-1211)(+ El-Rei Dom Afonso II (1211-1223) e El-Rei Dom Sancho II (1223-1245))

 Bandeira de Portugal

 


Os símbolos da Pátria são: a Bandeira Nacional, o Hino Nacional e o Chefe de Estado.


A Bandeira Nacional representa as lutas da fundação, a independência e restauração de Portugal e os descobrimentos marítimos.
No reinado de D. Afonso Henriques a Bandeira era branca com uma cruz azul larga ao centro, simbolizando o emblema do cruzado e o azul, a cor principal das armas da Casa de Borgonha.
Sofrendo várias alterações ao longo dos vários reinados, a Bandeira Nacional com a Implantação da República passa a ser verde e vermelha, sendo composta por um rectângulo de pano cuja altura é igual a dois terços da largura.
É dividida em duas partes, na vertical, sendo a parte que fica junto à haste de cor verde, ocupando dois quintos da superfície e a outra parte de cor vermelha, ocupando três quintos.

Simbologia
Cor Verde - Representa a esperança em melhores dias de prosperidade e bem-estar e também os campos verdejantes.
Cor Vermelha - Representa o valor e o sangue derramado nas conquistas, nas descobertas, na defesa e no engrandecimento da Pátria.
Esfera Armilar - Situa-se no centro da divisão das duas faixas, simbolizando as viagens dos navegadores portugueses pelo Mundo, nos séculos XV e XVI.
Armas de Portugal - Assentam sobre a esfera armilar, sendo compostas por um escudo maior com outro mais pequeno brocante, simbolizando o escudo, a arma de defesa utilizada pelos nossos antepassados nos combates.
Escudo Maior - É vermelho e à sua volta estão representados sete castelos que representam as cidades fortificadas que D. Afonso III tomou aos mouros.
Escudo Pequeno - É branco e encerra cinco escudetes azuis pequenos, fazendo alusão às cinco chagas de Jesus Cristo. Cada um desses escudos contêm cinco besantes de prata que contando duas vezes os da quina do meio, recordam os trinta dinheiros pelos quais Judas vendeu Jesus Cristo e simbolizam o poder régio de cunhar moeda.

Conde Dom Henrique (1081-1139)

(+ Conde Dom Afonso Henriques (1139-1143))

 

 

Dom Afonso Henriques (1143-1185)

 

Dom Afonso III (1248-1279)(+ El-Rei Dom Dinis (1279-1325), El-Rei Dom Afonso IV (1325-1357), El-Rei Dom Pedro I (1357-1367) e El-Rei Dom Fernando (1367-1383))

 

 

Dom João, Mestre de Avis (1385-1433)(+ El-Rei Dom Duarte (1433-1438), El-Rei Dom Afonso V (1438-1481) e El-Rei Dom João II (1481-1485))

 

Rei Dom João II (1485-1495)

variação (cruz de besantes)

 

 

Dom Manuel (1495-1521)(+ El-Rei Dom João III (1521-1573) e El-Rei Dom Sebastião (1573-1578))

 

                                                                         Dom Sebastião (1578)(+ El-Rei Dom Henrique (1578-1580))

 

              Dom João IV (1640-1656)(+ El-Rei Dom Afonso VI (1656-1667))

 

 

 

Dom Pedro II (1667-1706)

Dom João V (1706-1750)(+ El-Rei Dom José (1750-1777), El-Rei Dom Pedro III (1777-1786) e Rainha Dona Maria I (1777-1816))

 

 


Dom João VI (1816-1826)(+ El-Rei Dom Pedro IV (1826), Rainha Dona Maria II (1826-1828) e El-Rei Dom Miguel (1828-1833))

 


 

 

Liberalismo (1830-1910)

(Rainha Dona Maria II (1833-1853), El-Rei Dom Pedro V (1853-1861), El-Rei Dom Luís (1861-1889), El-Rei Dom Carlos (1889-1908) e El-Rei Dom Manuel II (1908-1910))

 

República (1910)

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publicado por ana | Domingo, 31 Maio , 2009, 14:05

 

História de amor de D. Pedro e D. Inês
 
No século XIV, D. Afonso IV, rei de Portugal, combinou o casamento de seu filho Pedro, herdeiro do trono de Portugal, com D. Constança, nobre senhora de Castela.
A entrada de D. Constança em Portugal fez-se no meio de grande comitiva de gente ilustre. Houve música, danças e poesia de trovadores. Na companhia da jovem princesa viera de Castela uma linda moça, dama de honor de linhagem fidalga, que se chamava Inês. Inês de Castro vivia na corte com D. Constança e D. Pedro, desfrutando os lazeres do dia a dia, a leitura, a música e as danças, a poesia trovadoresca. A sua elegância e beleza encantadora fizeram com que o príncipe D. Pedro reparasse nela e, em breve, se apaixona-se. Os encontros deles tornavam-se cada vez mais frequentes.
D. Constança vivia cada dia mais angustiada e triste e acabou por falecer de parto. D. Pedro ficou livre para cair nos braços de Inês.
A força do amor era tão intensa que D. Pedro mandou vir Inês de Castro para Coimbra. D. Pedro e D. Inês passaram a habitar nos paços de Santa Clara, na margem esquerda do rio Mondego. Aqui nasceram e brincaram felizes os seus filhos, por entre a ternura dos pais, o verde das flores e o azul do céu.
Entretanto, em Lisboa, D. Fernando, filho de D. Pedro e D. Constança, ia sendo educado para um dia ser rei. O que aconteceria se D. Inês, fidalga castelhana, viesse a ser rainha? Era bem possível que um dos seus filhos viesse a ser rei de Portugal, ainda que fosse necessário matar o legítimo herdeiro do reino... Seria então fácil a nobreza castelhana tomar o poder e Portugal perder a independência.
No início de 1355, o príncipe D. Pedro não podia imaginar o que estava a ser tramado contra a sua bela Inês. Por isso, partiu para mais uma caçada por montes e florestas, com os seus amigos. No dia 7 de Janeiro, ao cair da noite, Inês de Castro foi surpreendida pela chegada do Rei e conselheiros. Rodeada dos seus 3 filhos, Inês implorou ao Rei que lhe poupasse a vida em consideração pelos seus netos. Apesar dos apelos lancinantes, quando o luar chegou, Inês estava morta.
Ao saber da notícia, D. Pedro enraivecido desafiou o rei. A rainha promoveu a paz. Mas, ao chegar ao trono, D. Pedro não esqueceu o ódio contra os assassinos que friamente mataram a sua Inês. Mandou procurá-los e, cruelmente, foram mortos: a um foi tirado o coração pelo peito, a outro pelas costas enquanto D. Pedro se banqueteava lautamente. No final, ainda D. Pedro teve coragem para trincar os dois corações.

Alcobaca monastery UNESCO world heritage
Túmulo de D. Inês de Castro (Mosteiro de Alcobaça

Túmulo de D. Pedro I (Mosteiro de Alcobaça)
                            Túmulo de D. Pedro I (Mosteiro de Alcobaça)
 

 
Mandou construir no Mosteiro de Alcobaça 2 túmulos sumptuosos - um para ele e outro para Inês que, entretanto, mandara trasladar de Coimbra para Alcobaça num cortejo fúnebre seguido por uma multidão de populares, que choravam a desgraça de Inês, e por nobres e clérigos que foram obrigados a comparecer. Diz a lenda que D. Pedro fez coroar Inês de Castro rainha e obrigou a nobreza a beijar-lhe a mão, depois de morta.

 

 
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publicado por ana | Quarta-feira, 13 Maio , 2009, 17:41

Um pequeno filme que, exclusivamente baseado em imagens e sons de arquivo, faz uma breve viagem através dos 41 anos de Estado Novo e culmina no entusiasmo com que a esmagadora maioria dos Portugueses saudou a Revolução dos Cravos Recorda-o não só nos dias de festa from Videoteca Municipal de Lisboa on Vimeo.AQUI

 

 

 

  

Dia da Liberdade - 25 de Abril (Site Júnior): Informação sobre Salazar, Marcelo Caetano, M.F.A. .

 senha do 25 de Abril

clica no CD aqui

 

Fotogaleria: O Tarrafal em imagens

Lá morreram cerca de 40 prisioneiros. Os nomes dados ao Tarrafal foram vários durante os mais de trinta anos em que esteve activo: presídio, cadeia, campo de trabalho, campo de concentração ou até campo da morte lenta. As imagens, cedidas pela Fundação Mário Soares, falam por si.

 

 

Vídeos, Sons e Imagens que fizeram História

clica na imagem

 

 

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publicado por ana | Quarta-feira, 13 Maio , 2009, 12:52

Museu das Descobertas em Belmonte

A casa da família de Pedro Álvares Cabral, em Belmonte, foi transformada num Museu das Descobertas. São dezasseis 16 salas repletas de novas tecnologias.

 

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publicado por ana | Quarta-feira, 13 Maio , 2009, 12:49
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publicado por ana | Quarta-feira, 13 Maio , 2009, 12:48
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publicado por ana | Sexta-feira, 08 Maio , 2009, 23:31

Viagem pitoresca ao Brasil

 

 

Vale da Serra do Mar
Escravos negros de diversas origens
Indio cabouclo
Coroação do Imperador D. Pedro I - 1 de Dezembro de 1822

Estas e outras imagens do Brasil no primeiro quartel do séc. XIX, para ver aqui.
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